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França: Aeroporto Charles de Gaulle abre centro de testes antigênicos contra Covid-19

Passageiros aguardam atendimento em centro de testes rápidos contra a Covid-19.
Passageiros aguardam atendimento em centro de testes rápidos contra a Covid-19. AP Photo/Christophe Ena
Texto por: RFI
3 min

O aeroporto Roissy Charles de Gaulle abriu, nesta quarta-feira (11), um centro de testes antigênicos, com resultados em 15 minutos, para detectar a Covid-19. O procedimento é destinado aos passageiros de países considerados de risco.

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A França exige um teste negativo para autorizar em seu território a entrada de cidadãos de países onde a epidemia está fora de controle, como o Brasil. Desde ontem, os viajantes que chegam de outros continentes, que não conseguiram realizar um teste, devem se apresentar no Centro, gerenciado por médicos urgentistas da Proteção Civil.

Nesta quarta-feira, dos 3.000 passageiros que desembarcaram no aeroporto internacional, 600 tiveram que ser testados. A margem de erro do novo método antigênico é maior do que o PCR, mas a vantagem é que a amostra não precisa de análise laboratorial. A coleta do material, por outro lado, é feita da mesma maneira, utilizando um swab, o longo cotonete que é colocado no fundo do nariz.

Nesta quinta-feira (12), os passageiros elogiaram a iniciativa. Entre eles, a francesa Gabrielle Santoul, que vive no Brasil. "É fantástico poder fazer isso na chegada, gratuitamente, e ter os resultados na hora." Para a francesa, que chegava de São Paulo, "é indispensável, cívico e responsável, para si mesmo e para os outros. Estou na França por razões ligadas à minha família, vim de última hora e não pude fazer o teste. Estou contente em saber que não vou contaminar minha família", declarou.

Medida permite rastreamento

Antes da abertura do centro, os passageiros se submetiam aos testes PCRs fora do aeroporto, sem saber se tinham ou não o vírus, o que impedia o rastreamento dos contatos. O setor da aviação solicitava há semanas a implantação dos testes rápidos para evitar medidas de quarentena na chegada ao país. Desde o início da crise sanitária e a queda do tráfego aéreo, o número de passageiros caiu dez vezes, passando de 200 mil para 20 mil passageiros por dia.

(Com informações da AFP)

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