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Joe Biden receberá hoje a segunda dose da vacina contra Covid-19

O presidente eleito dos EUA, Joe Biden, recebeu a primeira dose da vacina contra a Covid-19 (foto) em um hospital de Newark, no estado de Delaware.
O presidente eleito dos EUA, Joe Biden, recebeu a primeira dose da vacina contra a Covid-19 (foto) em um hospital de Newark, no estado de Delaware. Alex Edelman AFP
Texto por: RFI
2 min

O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, receberá sua segunda dose da vacina contra a Covid-19 nesta segunda-feira (11), anunciou seu gabinete. O democrata recebeu a primeira injeção do imunizante da Pfizer/BioNTech diante das câmeras de televisão no dia 21 de dezembro passado, no Hospital Christiana de Newark, no estado de Delaware (leste).

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Depois de receber a injeção no final do ano, Biden, de 78 anos, disse aos americanos que "não havia nada para se preocupar". A equipe do democrata confirmou neste domingo (10) que a segunda inoculação também será feita diante das câmeras. Desde o início da epidemia nos Estados Unidos, mais de 374.000 pessoas morreram em decorrência da Covid-19.

Na última sexta-feira (8), Biden criticou o presidente Donald Trump pelo início conturbado da campanha de vacinação, que ele chamou de "paródia". Cerca de 6,7 milhões de americanos já receberam a primeira dose, bem abaixo dos 20 milhões prometidos por Trump até o final de 2020. Em um país como os Estados Unidos, onde já foram distribuídas 22,1 milhões de doses, o desafio logístico para chegar à população de risco e aos profissionais de saúde é enorme.

As duas vacinas aprovadas até agora pelas autoridades sanitárias americanas – Pfizer/BioNtech e Moderna – exigem duas doses separadas por três, ou quatro semanas, respectivamente. Na Europa, países como o Reino Unido e a França decidiram aumentar este intervalo para vacinar um número maior de pessoas nesse período de tempo, enquanto os laboratórios aumentam sua produção industrial.

Biden, que assume o cargo em 20 de janeiro próximo, anunciou que planeja distribuir todas as doses disponíveis, em vez de reter a metade para garantir que cada pessoa receba sua dose de reforço, como indica o protocolo atual.

(Com informações da AFP)

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