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Com vitória de Jon Ossoff, democratas dominam Senado americano

Os candidatos democratas ao Senado Raphael Warnock (e) e Jon Ossoff (d) de Atlanta e Marietta, na Georgia nos Estados Unidos.
Os candidatos democratas ao Senado Raphael Warnock (e) e Jon Ossoff (d) de Atlanta e Marietta, na Georgia nos Estados Unidos. REUTERS - MIKE SEGAR
Texto por: RFI
2 min

O candidato democrata Jon Ossoff reinvindicou sua vitória, no estado da Geórgia, nas eleições para o Senado americano, nesta quarta-feira (6). Se o resultado se confirmar, os democratas tomarão o controle do Senado no mesmo dia em que o Congresso oficializa a vitória de Joe Biden, que toma posse em 20 de janeiro.

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“Geórgia, obrigado pela confiança que vocês me concederam”, disse Ossoff durante uma breve declaração. O senador republicano David Perdue, ainda não assumiu a derrota.

Mais cedo, a vitória do reverendo Raphael Warnock, outro democrata, sobre a republicana Kelly Loeffler, colocou a responsabilidade da conquista do Senado nas mãos de Ossoff.

“O que aconteceu ontem a noite (terça-feira, 5) foi extraordinário”, declarou à rede de televisão CNN o reverendo de uma igreja de Atlanta, onde Martin Luther King foi pastor.

Se a vitória de Ossoff se confirmar, ele será, a 33 anos, o mais jovem senador democrata desde Joe Biden, em 1973. Os democratas terão 50 cadeiras no Senado, assim como os republicanos. Mas segundo a consituição americana, a vice-presidente Kamala Harris pode desempatar as votações, o que reforça o poder do partido no Congresso.

Revés

Os resultados dos democratas neste grande estado do sul, tradicionalmente conservador, representam um terrível revés para os republicanos. Após perderem a Casa Branca, o partido veria o Senado mudar de mãos.

Fortalecidos com a vitória de Biden em 3 de novembro, os democratas conseguiram mobilizar seus eleitores, particularmente os afroamericanos, que foram essenciais para a vitória.

Vitória de Biden

O Congresso se reune nesta quarta-feira para registrar formalmente o voto dos grandes eleitores a favor de Biden. Após esta obrigação constitucional, não restará dúvidas sobre a vitória do democrata.

O presidente americano Donald Trump, que fará um discurso para seus apoiadores em Washington também nesta quarta-feira, insiste na ideia da fraude, mas sem provas.

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